Descubra o que fazer para o relacionamento continuar dando certo no casamento

     Por mais difícil que seja a vida a dois, todo mundo quer assumir esse desafio e fazer a relação dar certo. Confira algumas lições que vão fazer com que você se conecte ou se reconecte com a pessoa amada – não importa se já é casada ou se a cerimônia ainda vai acontecer.

1. Investir sempre
A vida tem uma carga de stress capaz de desestabilizar qualquer casamento. Por isso, é necessário fazer uma reserva de amor para tempos difíceis. Uma conversa íntima, um momento de amor, a companhia em um passeio de mãos dadas… Esses atos de amor são o saldo positivo e você pode recorrer a eles sempre que preciso.

2. Dizer o que sente
O antagonismo é contraproducente, não leva a nada. O caminho do entendimento está em trocar a raiva por um discurso sincero e amoroso. Assim, mesmo que voltem a ter problemas na mesma área, não se posicionarão como inimigos.

3. Priorizar o casal
Parece chocante, mas é simples: cuidar primeiro de vocês e depois dos filhos. Uma mãe obcecada, superprotetora e superpresente deixa pouco espaço para o pai atuar. Sem perceber, ela o afasta de seus filhos ao mesmo tempo que desvia a atenção dos problemas que os dois deviam estar tentando superar para seguirem juntos e felizes.

4. Estipular seus limites
Jogar a toalha no chão, esquecer datas importantes, estar sempre atrasado… Para algumas situações, você pode fechar os olhos; para outras, não. Então, posicione-se com transparência. Quando souber exatamente quais são as suas prioridades, estabeleça os seus limites.

5. Ser feliz sozinha
A felicidade individual depende de cada um. Uma coisa é você desfrutar tudo de bom que ele traz para a sua vida, outra é achar que ele tem a obrigação de fazê-la feliz. Infelizmente muitas de nós entram no casamento imaginando que serão salvas de suas dores e frustrações pelas mãos do marido. Esse engano é a fonte de infelicidade de milhares de relacionamentos.

6. Tirar férias juntos
Poucas coisas são mais eficazes para reacender o entusiasmo numa relação do que um tempo de lazer. Alguns casais, sem ter noção exata da importância de sair da rotina e respirar novos ares, nem fazem planos de férias conjuntas. Outros se habituam tanto com o ritmo alucinante de vida que inventam motivos para adiar os projetos.

7. Aceitar o conflito
Muitas vezes, por incapacidade de expressar-se honestamente, você não empurra a mágoa para debaixo do tapete e finge que está tudo bem? Temendo o confronto, não armazena a ira até que o sentimento reprimido azeda, vira ressentimento e machuca o outro, que se sente traído?  Em vez de fugir do conflito que surge das diferenças, acolha-o com curiosidade e interesse.

8. Aprender a perdoar
O processo de abrir mão do rancor começa quando percebemos que estamos minando a própria vida ao cultivá-lo. Para muitas pessoas, o impulso de retaliação e de punição é muito forte, sentem-se traídas e injustiçadas. Por isso, não devemos nos culpar, e sim nos perdoar também: por não sermos perfeitas, por termos dificuldade de perdoar.

9. Ter vida própria
Como se fazer tudo juntos fosse a receita do casamento perfeito, muitos casais não se permitem atitudes individuais. No começo, até pode funcionar, mas com o tempo aquela sensação de conforto, segurança e proximidade passa a ser percebida como controle, prisão e ressentimento. Para o relacionamento dar certo, cada um precisa estar seguro na própria vida e ao mesmo tempo conectado com o outro.

10. Respeitar e ouvir
Nada mais frustrante, irritante e desanimador do que contar um problema e ouvir o comentário de que você está fazendo tempestade em copo d’água. Geralmente usamos esse discurso quando não conseguimos controlar o nosso desconforto por não saber a saída de um impasse. Então, em vez de apoiar o sentimento do parceiro, fazemos com que se sinta criticado e julgado.

Conteúdo do site CLAUDIA

Melhor casar ou morar junto?

    

     Sabe quando já não faz mais sentido cada um no seu canto, mas vocês não sabem bem o que fazer? Morar juntos ou casar? Nos dias de hoje, a dúvida pode soar um tanto quanto careta, mas entender bem a diferença entre as situações pode ajudar você a não cair em uma enrascada. 

   “Na prática não há diferença entre estar casado e morar junto. Mas algumas pessoas podem não se sentir casadas quando apenas moram juntos, e isso fica no inconsciente”, comenta a psicóloga Marina Vasconcellos. O importante é que os dois estejam cientes e satisfeitos com a situação, independentemente se moram juntos ou se houve a troca de alianças.

    Segundo a terapeuta sexual Cláudya Toledo, a mulher tende a se sentir menos amada quando não há um marco que sele a união. “A mulher se sente amada quando é pedida em casamento e isso faz com que ela tenha mais facilidade para engravidar e para se sentir à vontade com a relação. Ela fica mais segura”, conta.

    Cláudya comenta ainda que a mulher pode sentir dúvida sobre as intenções do homem quando não há um marco de início da relação. “O casamento não é um papel, não é somente aquela idéia tradicional de noiva e união civil. Ele é uma união que tem que ser clara, com um marco de inicial. Aí o casal pode organizar suas vidas juntos, sem dúvidas”.

     A publicitária Juliana Gontad, 26 anos, mora com o namorado Rogério Mendes, 33 anos, a pouco mais de um ano. O casal, que está junto há seis anos, resolveu unir as “trouxas” depois de uma conversa a dois. “Tudo melhorou. A cumplicidade aumenta muito, o que torna a relação mais intensa”, comenta Juliana. Para ela, não há diferença de comprometimento entre morar junto e casamento. “Talvez um dia a gente efetive a união por motivos burocráticos, dizem que em algumas situações é vantagem estar casado no papel. Mas seria só por isso”, completa.

    Ao contrário de Juliana, alguns casais não conseguem encontrar uma sintonia quando não há uma união efetiva. Segundo Cláudya, quando as duas partes não se sentem verdadeiramente entregues na relação alguns probleminhas podem surgir. O homem, por exemplo, tende a não planejar sua vida com aquela parceira – o que resulta em uma não tão bem sucedida carreira profissional, já que ele não se vê como o “homem da casa”. “Já a mulher não consegue investir tanta energia nesse parceiro. Ela pode se negar a ir a uma festa da empresa dele, por exemplo, por não se sentir a esposa”, complementa.

     Adepta do estilo mais tradicional, a fisioterapeuta Mônica Medeiros Silva Reina, 30 anos, achou que o melhor seria se o casamento fosse oficializado e as alianças trocadas. “Quando não há compromisso oficializado, o casal se separa com mais facilidade em momentos de briga. É mais fácil abrir mão e voltar para a casa dos pais”, explica.

     Para quem se sente incomodada em apenas morar junto e sonha com um casamento, tradicional ou não, vale a dica da terapeuta Cláudya. “Se o morar junto for um teste para descobrir se o casal dá certo, coloque um limite de tempo para isso. Mas é importante frisar que para a mulher é bastante dolorido o fato de estar ‘sendo testada’. Isso pode causar uma angustia que acaba deixando-a menos amorosa no relacionamento”, finaliza.

Serviço
Cláudya Toledo – terapeuta de casais
http://www.a2encontros.com.br

Marina Vasconcellos – psicóloga
marina.vasconcellos@neolatina.net

                                                                                                                              Fonte: Terra

O valor de uma aliança

Um aluno chegou ao seu professor com um problema:

– Venho aqui , professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor sem olhá-lo, disse:

–  Sinto muito meu jovem,  mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa falou:

– Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.

– C…Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado.

O professor tirou uma aliança que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:

– Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender essa aliança porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenha pela aliança o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro.  Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou a aliança e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer a aliança aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto  pretendia pela aliança. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de outro era muito valiosa para comprar uma aliança.

Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e mais uma de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar a aliança, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse:

– Professor, sinto muito, mas é impossível de conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor da aliança.

– Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor da aliança. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato da aliança? Diga que quer vender a aliança e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com a minha aliança.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu a aliança para examinar.

O joalheiro examinou a aliança com uma lupa, pesou a aliança e disse:

– Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pela aliança.

-58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem.

– Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente…

O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que ocorreu.

-Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, disse:

– Você é como essa aliança, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor? E dizendo isso voltou a colocar a aliança no dedo.

Todos somos como essa jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorize.