NEUROMARKETING: O PODER POR TRÁS DAS ESCOLHAS – A MENTE DESVENDADA

Achei muito interessante essa matéria.

Tomamos sempre as nossas próprias decisões na hora do consumo? Por que preferimos comprar determinados produtos ignorando outros? E até que ponto o cérebro escolhe o que consome?
Neuromarketing é a a ciência que desvenda os mistérios da mente humana, principalmente a mente do consumidor. É a ciência que nos faz entender a lógica de consumo, os impulsos, desejos e motivações das pessoas através do estudo das reações neurológicas a determinados estímulos externos.


Em 1957, um cientista americano chamado Vance Packard ousou desafiar o mercado dizendo que o todo sucesso seria determinado pela dominação da mente humana. Foi um choque. Na época as grandes indústrias abraçaram a causa e iniciaram pesquisas para tentar entender o que se passava na mente dos seus clientes. Transcorrido um tempo, no início do ano 2000, com o avanço da tecnologia, o cientista Martin Lindstrom (autor da obra A lógica do consumo) usou, em seus estudos sobre a dita ciência, a aparelhagem chamada de IRMF (ressonância magnética funcional) e uma versão avançada do exame eletroencefalograma chamado TEE (topografia de estado estável) para provar os estímulos ou reações que sofrem o cérebro na hora do consumo. E chegou às seguintes conclusões:
– Qual o efeito que os avisos e advertências contidas nos maços de cigarro causam nos fumantes?


Através dos exames, o estudo provou que elas não aterrorizam os fumantes. As imagens de advertência contidas nos cigarros, na verdade, estimulam uma área do cérebro chamada nucleus accumbens, conhecida como “ponto do desejo”. Essa região é estimulada quando o corpo deseja algo, como álcool, sexo, drogas ou apostas.
– Lindstrom também se aprofundou em dos estudos de pesquisa mais desafiante do mercado de consumo: a preferência que existe entre os refrigerantes das marcas Pepsi e Coca-Cola.

Na experimentação dos refrigerantes, em um dos casos os experimentadores não sabiam qual era a marca da bebida que experimentavam. Quando perguntados qual dos dois eram melhor, metade respondeu a “Pepsi”.
Nesse caso, a ressonância magnética usada detectou um estímulo na área do cérebro relacionada a recompensas. Já quando selecionaram os experimentadores que tinham o conhecimento das marcas, o número dessa preferência caiu para 25%. Nesse caso, as áreas relativas ao poder cognitivo e a memória agora estavam pensando na “marca”, em suas lembranças e impressões sobre ela. O resultado leva a crer que a preferência estava relacionada com a identificação da marca e não do sabor.


Concluindo o estudo, o desafio foi o seguinte: sabendo que a Pepsi sempre venceu a Coca-Cola na preferência de consumo nos testes cegos, por que então a Coca-Cola é líder disparada no mercado mundial de refrigerantes? Enfim, “uma marca que nos cativa emocionalmente, vencerá todos os testes”.
– Foi provado também nesse estudo, que o sexo feminino é movido mais por venda por impulso/publicidade do que o sexo masculino. Mulheres não podem ouvir a palavra “promoção” e “parcelamos em X vezes” que ficam doidas para consumir! Já o sexo masculino, o estudo provou que bastam as três palavras: mulher bonita, futebol e cerveja que a vontade de consumir deste público alvo intensifica. A confirmação disso está nos anunciantes em intervalos de jogo de futebol, que vendem mais.
A partir desse viés, as marcas que exploram todos os sentidos do consumidor: visão, audição, olfato, paladar e tato, são marcas mais memoráveis. Por isso as mais vendidas no mercado são exatamente aquelas que estimulam o cérebro a refletir sobre o mesmo comportamento que está visualizando. “Nosso cérebro têm neurônios-espelho, imitando exatamente aquilo que visualiza.”


E você já parou para pensar em quantas vezes já viu um bom produto não emplacar no mercado? Uma marca prevalecer sobre outras mais fortes ou sucumbir sob uma mais fraca? Uma ideia ter tanto poder, que se torna quase uma unanimidade?
Pois é… Todas essas perguntas e questionamentos poderão ser respondidos pela ciêncian neuromarketing, e isso fará com que nos próximos anos, que considero serem os anos da Excelência Humana

Fonte: Portal da Propaganda

A logo ou O logo?

É correto dizer logomarca? Não seria logotipo?

O termo logotipo é aceito como correto. Seria o símbolo visível de um conceito. Já logomarca, que já entrou para o dicionário, seria uma redundância: o significado do significado. É mico dizer logomarca? Sim! E ainda existem designers, marketeiros e publicitários que utilizam o termo “logomarca”. E, sim, esse termo existe no dicionário. Mas é só no Brasil que este termo existe; o restante do mundo utiliza variações de logo, logotipo ou marca – mas nunca logomarca.

Logomarca,         um erro
O design é uma profissão nova         e por isso padrões ainda não existem ou estão sendo         produzidos e difundidos. Não temos padrão para quase nada,         desde salário até saber o que é e o que deixa de         ser a profissão. Entre esses padrões que ainda não         existem, está o padrão terminológico. Em profissões         antigas os termos estão bem claros e não há dúvidas         sobre eles, mas no nosso caso, sempre temos que estudar um termo novo         para verificar se a utilização dele é correta ou         não.              Muito utilizado principalmente por publicitários         e marketeiros, este termo tem se difundido também entre os profissionais         do design para se referir ao logotipo. Muita gente diz que está         errado, outros dizem que está correto, alguns defendem o neologismo,         outros afirmam que é uma aberração, mas só         a pesquisa nos trará luz à questão.              Justamente por causa dessa falta de paradigmas         alguns profissionais e professores utilizam e difundem termos que não         são os melhores para determinados objetos. Um deles e talvez o         mais polêmico seja o logotipo.              Vira e mexe temos a mesma discussão         sobre esse termo, por isso eu penso que seja muito importante sermos bastante         sérios a este respeito, para o bem e o crescimento dessa profissão.         Então vamos analisar alguns termos e sua raiz etimológica         para ver se estão corretos ou são só vícios         de linguagem.
Logomarca         como neologismo
Neologismo é a criação         de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome         velho. Para que a “logomarca” seja um neologismo, temos que         admitir que é um termo novo ou que é um termo antigo que         está sendo tomado por um novo significado. Sim, admito que “logomarca”         é um termo novo, mas isso não significa que seja correto         empregá-lo como sinônimo de logotipo. Qualquer palavra pode         ser um termo novo para algum objeto, desde que o povo a utilize para este         mesmo objeto ou sentido. Mas isso não significa que esteja correto.         A menos que seja uma forma conotativa da palavra, o que não é         o caso da logomarca, desde que este termo é utilizado para um único         tipo de objeto e significado. Então, não podemos aceitar         o termo logomarca simplesmente por ser um neologismo.
Sentido         etimológico do termo
O termo logomarca é formado pela         união de “Logo” e “Marca”.              Logo, vem do grego Lógos. Significa         palavra, uma narração ou pronunciamento, verbo, conceito,         idéia. Mas não palavra como esta é falada ou escrita,         mas o significado dela, ou seja, o conceito. Reforço ainda o conceito         de Logos, dizendo que o termo “palavra” puro e simples no grego         é Lexi.              Marca, vem do germânico Marka. Quando         traduzimos do germânico, ou mesmo do português ou inglês         para o latim temos o termo Signum, que traduz-se claramente para significado.         E mesmo no português, e no uso moderno da palavra, marca significa         tudo aquilo que uma empresa representa. Sendo assim, logomarca é         um termo redundante: significado do significado. Assim vemos porque não         podemos utilizar este termo para falar sobre um Logotipo.
Logotipo,         um possível padrão
Nunca vi absolutamente ninguém dizer         que este termo está errado. Mas mesmo assim, vamos analisá-lo         para ter certeza disso. Esta palavra é formada pela união         dos termos “Logo” e “Tipo”. “Logo”, como         já foi explicado, significa o conceito, idéia ou significado         de uma palavra.              Tipo, do grego týpos. Em inglês         traduzimos para type, que para o português significa tipo, gênero;         figura; sinal, símbolo; modelo, amostra, maquete. É aí         que mora o perigo: é muito mais difícil estudar qualquer         assunto em português do que em inglês porque temos muitos         significados para uma mesma palavra. Tipo neste caso significa um sinal         ou símbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como “a”,         são tipos (símbolos gráficos) dos sons que emitimos.              Para este mesmo termo, temos ainda dois         outros correspondentes em grego. Se você procurar um bom léxico         inglês-grego, e procurar o termo logotype (tudo junto, não         um depois o outro) você vai ver que symplegma e logotypos têm         o mesmo significado já explicado acima. Aliás, poderíamos         mesmo adotar como um neologismo o termo “symplegma”. Imagina         só o seu diretor de arte dizendo: “hum, esta symplegma não         está como o cliente pediu”!              Sendo assim logotipo é: o símbolo         visível de um conceito. Este termo é perfeito para o que         ele significa, pois é justamente o que fazemos. Temos uma empresa         cliente que nos dá um conceito (logo) a trabalhar, e nós         somos incumbidos a fazer um símbolo gráfico (tipo) para         este conceito. Este tipo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra         para se ler, ou somente as letras do nome da empresa, mas desenhadas de         forma que mostrem o conceito. Ou pode ser um desenho e o nome da empresa,         juntos, mostrando o símbolo gráfico de um conceito ou logotipo.

EDITORA LEYA LANÇA EM MAIO A PROPAGANDA BRASILEIRA DEPOIS DE WASHINGTON OLIVETTO, DE JOÃO RENHA

Quem vaiiiiiiiiiiiiiii me daaaaaaaaaaaaar esse LIVROOOOOOOOO!! EUU QUEROOOO!!!
Mais do que uma obra sobre a vida de Washington Olivettto, Renha faz um estudo sobre a retórica do publicitário para descobrir se existe – ou não – uma fórmula publicitária para o sucesso.

“A publicidade é a minha atividade, então, eu acabo pensando nisso 25 horas por dia”. Washington Olivetto

Difícil imaginar quem não tenha assistido aos inesquecíveis comerciais do garoto-propaganda das mil e uma utilidades e não tenha se perguntado: caramba, quem teve essa ideia genial? Ou se pegou cantando o slogan dos classificados – aquele d0 ratinho e o seu “como é que ééé”? – e quis saber quem poderia pensar em algo tão ousado. Bom, esse alguém que tem as sacadas mais marcantes da propaganda brasileira tem nome e sobrenome, é o brilhante W ashington Olivetto.
A editora LeYa lança em maio o livro A propaganda brasileira depois de Washington Olivetto, do redator publicitário e professor de comunicação João Renha. Em A propaganda brasileira depois de Washington Olivetto, Renha se propõe a desvendar a faceta criativa do renomado publicitário. De forma inédita, o autor realiza um minucioso estudo das campanhas de Olivetto, analisando desde os verbos e adjetivos empregados com maior frequência, até o número de vezes que uma determinada palavra aparece nos anúncios e filmes criados por ele.

Ganhador de mais de 50 Leões em Cannes – festival que anualmente premia os melhores da publicidade –, Olivetto está entre os mais brilhantes e aclamados profissionais da área no mundo. Muito já se falou sobre a pessoa Washington Olivetto e sua trajetória no mundo da propaganda, mas até hoje não havia um estudo sobre seus textos criativos que mudaram a história da Publicidade e são dignos de uma pesquisa  profunda. Afinal, qual é o segredo para ser um redator tão bom?
Mais do que analisar o que foi produzido por este gênio, esta obra explora de forma pioneira como as histórias do primeiro sutiã, do garoto-propaganda das mil e uma utilidades e de tantas outras campanhas de sucesso foram criadas, para descobrir se existe ou não uma fórmula para fazer peças publicitárias de sucesso.

Trata-se de um livro imperdível para quem quer conhecer melhor o processo criativo de um dos mais premiados publicitários do mundo.
“Washington Olivetto é o maior publicitário de todos os tempos. Ninguém se compara ao Washington Olivetto”, declarou Nizan Guanaes.
“O Washington inventou alguns dos personagens mais memoráveis da propaganda brasileira. De todos, um é insuperável: o Washington é a melhor criação do Washington… Ele se autoescreveu há muito tempo”, sentenciou Ercílio Tranjan.
“O Washington é uma espécie de moto-perpétuo de ideias e ações. Não saia de perto, amigo  Washingt on, senão nós morreremos de inanição mental”, conclamou José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni)
“Admiro muito o menino Washington, com seu talento a tiracolo”, afirmou André Midani.

Ficha técnica
Título: A propaganda brasileira depois de Washington Olivetto
Autor: João Renha
Formato: 16 x 23
Nº de páginas: 384
Sobre o autor
João Renha nasceu no interior do Rio de Janeiro, em 1955. Foi redator publicitário e hoje é professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio.
Pós-graduado em Marketing e em Direito do Consumidor e Responsabilidade Civil, é autor também de David Ogilvy: a origem da publicidade moderna, publicado pela Editora PUC-Rio em 2011.
Fonte: Andrea Jocys | Comunicação Corporativa LeYa | (GC)

V Congresso da Indústria da Comunicação

Muito legal, eu queria ir… Eu vou colocar abaixo todas as informações do evento, para quem estiver interessado participar!!

O V Congresso da Indústria da Comunicação, que acontece de 28 a 30 de maio no World Trade Center, em São Paulo, será um grande marco para a comunicação brasileira.

Em sua quinta edição, em que o foco deixa de ser apenas a publicidade e passa a ser muito mais abrangente, o evento vai debater as principais questões que afetam o setor com os mais destacados líderes da indústria da comunicação brasileira.

Os temas do Congresso foram definidos pelas 37 entidades participantes, tendo à frente a ABAP, e serão discutidos em 13 comissões. Cada uma terá presidente, secretário-geral, relator, debatedores e delegados. As conclusões serão apresentadas na plenária final e organizadas em um documento que deve balizar o estabelecimento de novos parâmetros para o setor.

Na primeira edição, em 1957, foram lançadas as bases da atividade publicitária no Brasil, que fundamentaram a Lei nº 4.680. Naquele momento, o incipiente mercado clamava por união entre os agentes envolvidos para a estruturação e a regulação necessárias para o crescimento da atividade. Entre os resultados

mais importantes, destaca-se a concepção do Instituto Verificador de Circulação (IVC).

No segundo Congresso, realizado em 1969, durante a vigência do regime militar, o principal foco de discussões abordou a relação entre agências e anunciantes. A criação da bonificação por volume (BV), aprovada em plenário, foi uma das decisões mais relevantes do encontro.

Na terceira edição, que ocorreu em 1978, diante de um temor do mercado de que o governo militar sancionasse uma lei que obrigasse uma censura prévia às atividades publicitárias, surge o CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.

No IV Congresso Brasileiro, em 2008, que reuniu 1.800 participantes (o maior evento do setor já realizado na América Latina), foram criadas as bases da Lei nº 12.232, que estabeleceu uma nova regulamentação do setor.

O legado dos quatro primeiros Congressos possibilitou a estruturação do mercado publicitário brasileiro, conhecido por garantir a independência financeira, e, portanto, a liberdade editorial dos meios de comunicação. Outra marca do setor é a criatividade dos trabalhos, o que garantiu uma posição destacada do Brasil no cenário mundial.

Tabela de Preços

Ingressos

  1. Congressista (outros estados)

    BRL 1,900.00

     
  2. Congressista (Sao Paulo)

    BRL 3,680.00

    Valor desconto Para cadastros até As inscrições não estão sujeitas a cancelamento.
    BRL 2,944.00 Saturday, March 31, 2012 No Refunds
1:45 PM – 2:15 PM
Abertura do V Congresso
Abertura e boas vindas com Luiz Lara, presidente da LewLara / TBWA e presidente da ABAP.
2:15 PM – 2:45 PM
Palestra de Abertura – Arcebispo Desmond Tutu
O vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 1984, falará sobre “Liberdade e Democracia”. Desmond Mpilo Tutu nasceu em Klerksdorp, África do Sul em 7 de outubro de 1931. É arcebispo da Igreja Anglicana consagrado com o Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o Apartheid em seu país natal. Desmond é o primeiro negro a ocupar o cargo de Arcebispo da Cidade do Cabo, tendo sido também o Primaz da Igreja Anglicana da África Austral entre 1986 e 1996.
2:45 PM – 4:00 PM
Liberdade de Expressão e Democracia.
A intimidade dessa relação e a dependência que uma parte tem da outra. O Estado tutor e a proteção aos leitores, telespectadores, ouvintes e consumidores. Regulação, tutela e educação. O direito de informar e o direito à informação. Os riscos e as ameaças à liberdade de expressão plena. Legislação, regulação e independência editorial. Sociedade de consumo e consumo consciente. Consumo e desenvolvimento. O papel da educação no “bom arbítrio”. Educação x tutela. O estágio atual da educação no Brasil.
4:30 PM – 7:00 PM
Comunicação One-to-One: Personalização x Privacidade.
As novas tecnologias e as novas técnicas de comunicação personalizada. E os limites dela. Até onde a tecnologia pode personificar a comunicação. E até onde o consumidor quer ser identificado. As ferramentas de captação de informações sobre consumidores e seus hábitos, o uso mercadológico destas informações e, em contrapartida, a ética e o direito à privacidade.
4:30 PM – 7:00 PM
Grandes Eventos: Desafios e Oportunidades.
Além da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016, o destaque que o Brasil passa a ocupar no cenário global deverá atrair cada vez mais grandes eventos ao país. Como a Indústria da Comunicação deve se preparar para enfrentar os desafios técnicos e de legislação. E como aproveitar as oportunidades que os grandes eventos trarão ao setor.
4:30 PM – 7:00 PM
O Futuro da Profissão.
Com todas as revoluções pelas quais vem passando a comunicação, que tipo de perfil precisarão ter os profissionais dos próximos anos? Como as principais escolas de comunicação do mundo estão preparando seus alunos para o mercado. Uma pesquisa global entre escolas de comunicação será produzida pela ESPM. As opiniões de professores de grandes escolas globais de comunicação.
4:30 PM – 7:00 PM
Propriedade Intelectual, Legislação e Ética.
Como a indústria da criatividade deve valorizar e proteger seu ativo de maior valor: a idéia. A importância e a contribuição das ideias na geração de riquezas. Legislação: como é hoje e o que precisa ser feito. Como o assunto é tratado em outros países.
  • Tuesday, May 29, 2012
  • 8:30 AM – 12:30 PM
    Comunicação, Crescimento Econômico e Desenvolvimento Humano.
    A contribuição da Indústria da Comunicação ao crescimento econômico, desenvolvimento e inclusão social. Estamos cumprindo nosso papel? A Indústria da Comunicação e os entraves ao desenvolvimento: corrupção, burocracia, carga tributária.
    8:30 AM – 12:30 PM
    Criatividade e Sucesso.
    Comunicação, criatividade e sucesso: como estreitar essa relação e torná-la evidente. A Indústria da Comunicação é a indústria da criatividade e da inovação? Pode ser mais? Como a nossa criatividade pode contribuir para o nosso sucesso e para o sucesso dos nossos parceiros de negócios, clientes e consumidores. E como evidenciar a relação criatividade-sucesso em benefício da expansão da indústria.
    8:30 AM – 12:30 PM
    Regionalização.
    A força e a importância do “regional” num mundo globalizado. O desenvolvimento da Indústria da Comunicação nos mercados regionais. Conteúdo e cultura nacional. As oportunidades regionais em um país que cresce, quando o mundo se retrai. Se o trabalho “não é mais um lugar”, como incentivar o surgimento e o desenvolvimento de empresas e talentos em qualquer parte do Brasil?
    8:30 AM – 12:30 PM
    Sustentabilidade e Comunicação.
    Consciência e prática Consciência plena do sentido amplo de sustentabilidade. Sintonia entre consciência e prática. Relações de negócios visando a longevidade de fornecedores, parceiros e clientes. (Política de espremer um fornecedor com práticas comerciais leoninas, imprimir cartão de visita em papel reciclado e se anunciar como “empresa amiga da sustentabilidade”.) Sociedade de consumo e sociedade sustentável A comunicação é ferramenta do consumo. Mas de consumo sustentável. Consciente. Contribuições da comunicação para que o país se torne referência em sustentabilidade O que cada setor da Indústria da Comunicação deve fazer para cumprir sua parte e como pode influenciar a sociedade como um todo a adotar comportamentos em favor da sustentabilidade.
    2:30 PM – 7:00 PM
    As Empresas de Comunicação Brasileiras, o Mercado Global e a Marca Brasil.
    Na era da globalização, quais as oportunidades de internacionalização das empresas brasileiras de comunicação? O Brasil tem excelência em diversas áreas da comunicação, com empresas de todos os portes e profissionais de todos os segmentos. Que oportunidades têm essas empresas e profissionais para conquistar mercado internacional? E quais as barreiras para que isso se torne realidade?
    2:30 PM – 7:00 PM
    As novas tecnologias e as novas fronteiras da mídia.
    Uma nova definição de mídia. As novas tecnologias, as novas alternativas e até que ponto elas irão revolucionar o modelo atual de comunicação. Mais do que um cenário repleto de novas mídias, estamos vivendo um cenário de redefinição do que é mídia. De quanto será o mercado em 2014 ou 2016. Como planejar com tantas novas alternativas. O consumo de mídia e as novas gerações. Como a Indústria da Comunicação deve se preparar para os novos desafios impostos pela expansão do conceito de mídia. E como se aproveitar deles para melhor cumprir seu papel.
    2:30 PM – 7:00 PM
    Novos Caminhos para Criar e Fortalecer Marcas.
    A fragmentação da mídia, a exigência de novas competências para acertar o consumidor-alvo e a relevância atual e futura dos novos formatos de comunicação. Como atingir o consumidor num cenário de mudanças no consumo de mídia e no comportamento dos consumidores. Os novos formatos serão capazes de criar e fortalecer marcas, gerar preferência e conquistar a felicidade do consumidor?
    2:30 PM – 7:00 PM
    O Consumidor com a Palavra.
    As redes sociais deram voz ao consumidor. O SAC, uma conquista recente dos consumidores, será substituído pelas redes sociais, sobre as quais ninguém tem controle? Como entender o consumidor neste novo cenário, em que todos falam mesmo sem ser chamados a falar.
  • Wednesday, May 30, 2012
  • 8:30 AM – 12:30 PM
    Revisão e aprovação das teses do V Congresso
    Revisão e aprovação em plenário das 13 teses. Leitura e aprovacão da Carta do ‘V Congresso’. Cerimônia de encerramento.

Novidades do V Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação

RONALDO FENÔMENO CONFIRMA PRESENÇA NO V CONGRESSO BRASILEIRO DA INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, MARCADO PARA OS DIAS 28 A 30 DE MAIO EM SÃO PAULO

Craque nos gramados e também fora deles, Ronaldo Fenômeno aceitou convite de Luiz Lara, Dalton Pastore, respectivamente presidente e presidente do Conselho Superior da Associação Brasileira de Agências de Propaganda (Abap), e José Victor Oliva, presidente da Holding Clube, para participar, dia 29 de maio, como debatedor do V Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação, organizado pela Abap e pelo ForCom – Fórum Permanente da Indústria da Comunicação.

Ele está escalado para expor suas ideias sobre marketing esportivo no mercado brasileiro no painel “Grandes eventos: desafios e oportunidades”, presidida por Oliva.
Ronaldo vai falar dos cenários de negócios para a Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016 no Rio de Janeiro.

O V Congresso começa no dia 28 de maio, com a apresenta ção do arcebispo sul-africano Desmond Tutu, Prêmio Nobel da Paz, no painel sobre Liberdade de Expressão e Democracia. O evento vai debater ainda temas como “O futuro da profissão”; “As empresas de comunicação brasileiras, o mercado global e a marca Brasil”; “Comunicação, crescimento econômico e desenvolvimento humano”; “Comunicação one-to-one: personalização versus privacidade”; “
As novas tecnologias e as novas fronteiras da mídia”; “Sustentabilidade e comunicação”; “Criatividade e sucesso”; “O consumidor com a palavra”; “Propriedade intelectual, legislação e ética”; “Novos caminhos para criar e fortalecer marcas”; e “Regionalização”.

As inscrições para o congresso já estão abertas e podem ser feitas no site do evento (www.vcongresso.com.br).
A previsão dos organizadores é reunir no WTC cerca de dois mil participantes do mercado da publicidade, produção audiovisual, marketing direto, gráfica, veíc ulos de comunicação, anunciantes, brindes, promoção, mídia exterior, entre outras.

Santa Clara cria espelho mágico que conversa com as mulheres

O “Espellho Meu” é o primeiro reality show mundial de cosméticos e foi criado pela Santa Clara para o lançamento de Neo Etage, uma nova linha antissinais da Eudora.
Trinta mulheres reais foram convidadas para fazer um teste cego transmitido durante 21 dias para o Brasil inteiro, sem censura. Para isso acontecer, foram produzidos 30 espelhos especiais para serem instalados na casa de cada participante. Dentro de cada espelho havia uma câmera e um computador. Toda manhã o espelho fazia uma pergunta para elas, as respostas eram gravadas e enviadas diretamente para o hotsite da campanha.
Por quase um mês as pessoas puderam acompanhar a vida das mulheres pelo hotsite e interagir com elas pelo Facebook. Foram 630 vídeos gravados e mais de 12 horas de depoimentos reais falando sobre Neo Etage.
No final da ação, foi organizada uma coletiva de imprensa pra revelar a nova linha com quem ma is entende do assunto: as 30 mulheres que testaram e conviveram com os produtos todos os dias.



Eu achei muito legal! Uma ótima idéia para conquistar a fidelização da marca. E também para conquistar novos clientes, pois o reality show mostra a convivência REAL com as mulheres, o que chama atenção e torna mais confiável.

Lobisomen – a nova propaganda da Tigre

     Estreou neste 11 de março a nova campanha da Tigre, multinacional brasileira líder na fabricação de tubos, conexões e acessórios no País e uma das maiores do mundo. Os filmes mantêm a mensagem “Quem usa Tigre é autoridade no assunto”, que foca na importância de utilizar produtos de uma marca respeitada pela sua qualidade e inovação. O conceito reforça ainda que somente pessoas que realmente sabem do que estão falando não têm dúvidas quanto à marca a ser colocada na obra.

     Sem abrir mão da criatividade e irreverência, os comerciais mostram de maneira racional as vantagens das soluções Tigre, com uma abordagem baseada no bom humor, nas situações inusitadas e com personagens marcantes. A utilização de novas mídias amplia a campanha, que conta com anúncios para televisão, rádio, revistas especializadas, sites e jornais. A mídia no PDV, onde acontece a decisão pela compra, será ampliada em 150%.

     “Nossa estratégia será mantida. Ou seja, os bons resultados obtidos no último ano nos estimularam a dar continuidade à nossa linha de comunicação, onde procuramos valorizar quem influencia ou decide a escolha pela Tigre. Na pesquisa Top of Mind do ano passado, do Datafolha, a Tigre foi a marca mais lembrada por 77% das pessoas entrevistadas e 89% delas aprovaram as propagandas”, lembra Guilhermo Bressane, gerente de marketing corporativo.

Sustentabilidade na campanha

     A comunicação neste ano reforça um dos principais valores da Tigre: ser uma marca sustentável. Será lançada durante a campanha a Grelha Ecológica Tigre, a qual posiciona a Tigre como a primeira empresa brasileira a usar plástico sustentável na construção civil. O produto é feito com matéria-prima que utiliza o etanol da cana de açúcar para a produção do polietileno. O plástico verde da Braskem tem como principais características ser de fonte renovável e absorver CO2 da atmosfera – gás causador do efeito estufa – durante o seu processo produtivo.

      Outra novidade que essa série de filmes traz é abordar o consumidor que está comprando o primeiro imóvel, salientando a exigência por produtos da marca. A Talent responde pelos filmes e spots. “A linha criativa em 2012 procura explorar situações e personagens diferentes, fora do lugar comum para gerar maior impacto para os filmes, ampliar a visibilidade e estimular a propaganda boca a boca”, pontua João Livi, diretor geral de criação da Talent.

A agência Quadra é a responsável pelo desdobramento do conceito da campanha publicitária para as peças de PDV, que em 2012 somam mais de 35 mil, entre portal, totem, bandeirola, cartaz, display aéreo e adesivo multiuso.

Informações técnicas:

“Lobisomen”
Agência: Talent Comunicação e Planejamento
Cliente: Tigre Tubos e Conexões
Direção de criação: João Livi, Felipe Luchi e Philippe Dege
Criação: João Livi, Philippe Degen, Antônio Nogueira e
Rodrigo Tortima
RTVC: Maria Hermínia Weinstock e Tato Freire
Atendimento: Erick Sobral, Ricardo Nociti e Thibis Rebellato
Planejamento: Mari Zampol, Renata Serafim, Yara Rocha e Juliana Camargo
Mídia: Paulo Stephan, Yurie Onuma e Dida Travessa
Produtora de imagem: Lux Filmes
Direção: Beto Salatini
Produção executiva: Carla Salatini
Atendimento: Henrique Carsalade
Produtora de finalização: Átomo
Produtora de som: Atakk
Produtor: Luiz Portela
Aprovação pelo cliente: Guilhermo Bressane