NEUROMARKETING: O PODER POR TRÁS DAS ESCOLHAS – A MENTE DESVENDADA

Achei muito interessante essa matéria.

Tomamos sempre as nossas próprias decisões na hora do consumo? Por que preferimos comprar determinados produtos ignorando outros? E até que ponto o cérebro escolhe o que consome?
Neuromarketing é a a ciência que desvenda os mistérios da mente humana, principalmente a mente do consumidor. É a ciência que nos faz entender a lógica de consumo, os impulsos, desejos e motivações das pessoas através do estudo das reações neurológicas a determinados estímulos externos.


Em 1957, um cientista americano chamado Vance Packard ousou desafiar o mercado dizendo que o todo sucesso seria determinado pela dominação da mente humana. Foi um choque. Na época as grandes indústrias abraçaram a causa e iniciaram pesquisas para tentar entender o que se passava na mente dos seus clientes. Transcorrido um tempo, no início do ano 2000, com o avanço da tecnologia, o cientista Martin Lindstrom (autor da obra A lógica do consumo) usou, em seus estudos sobre a dita ciência, a aparelhagem chamada de IRMF (ressonância magnética funcional) e uma versão avançada do exame eletroencefalograma chamado TEE (topografia de estado estável) para provar os estímulos ou reações que sofrem o cérebro na hora do consumo. E chegou às seguintes conclusões:
– Qual o efeito que os avisos e advertências contidas nos maços de cigarro causam nos fumantes?


Através dos exames, o estudo provou que elas não aterrorizam os fumantes. As imagens de advertência contidas nos cigarros, na verdade, estimulam uma área do cérebro chamada nucleus accumbens, conhecida como “ponto do desejo”. Essa região é estimulada quando o corpo deseja algo, como álcool, sexo, drogas ou apostas.
– Lindstrom também se aprofundou em dos estudos de pesquisa mais desafiante do mercado de consumo: a preferência que existe entre os refrigerantes das marcas Pepsi e Coca-Cola.

Na experimentação dos refrigerantes, em um dos casos os experimentadores não sabiam qual era a marca da bebida que experimentavam. Quando perguntados qual dos dois eram melhor, metade respondeu a “Pepsi”.
Nesse caso, a ressonância magnética usada detectou um estímulo na área do cérebro relacionada a recompensas. Já quando selecionaram os experimentadores que tinham o conhecimento das marcas, o número dessa preferência caiu para 25%. Nesse caso, as áreas relativas ao poder cognitivo e a memória agora estavam pensando na “marca”, em suas lembranças e impressões sobre ela. O resultado leva a crer que a preferência estava relacionada com a identificação da marca e não do sabor.


Concluindo o estudo, o desafio foi o seguinte: sabendo que a Pepsi sempre venceu a Coca-Cola na preferência de consumo nos testes cegos, por que então a Coca-Cola é líder disparada no mercado mundial de refrigerantes? Enfim, “uma marca que nos cativa emocionalmente, vencerá todos os testes”.
– Foi provado também nesse estudo, que o sexo feminino é movido mais por venda por impulso/publicidade do que o sexo masculino. Mulheres não podem ouvir a palavra “promoção” e “parcelamos em X vezes” que ficam doidas para consumir! Já o sexo masculino, o estudo provou que bastam as três palavras: mulher bonita, futebol e cerveja que a vontade de consumir deste público alvo intensifica. A confirmação disso está nos anunciantes em intervalos de jogo de futebol, que vendem mais.
A partir desse viés, as marcas que exploram todos os sentidos do consumidor: visão, audição, olfato, paladar e tato, são marcas mais memoráveis. Por isso as mais vendidas no mercado são exatamente aquelas que estimulam o cérebro a refletir sobre o mesmo comportamento que está visualizando. “Nosso cérebro têm neurônios-espelho, imitando exatamente aquilo que visualiza.”


E você já parou para pensar em quantas vezes já viu um bom produto não emplacar no mercado? Uma marca prevalecer sobre outras mais fortes ou sucumbir sob uma mais fraca? Uma ideia ter tanto poder, que se torna quase uma unanimidade?
Pois é… Todas essas perguntas e questionamentos poderão ser respondidos pela ciêncian neuromarketing, e isso fará com que nos próximos anos, que considero serem os anos da Excelência Humana

Fonte: Portal da Propaganda
Anúncios

Novo Logo do Blog da Mahh!!

Bom dia a todos meus amigos que leem o blog da Mahh!! Estou com uma grande novidade! Eu montei um novo Logo para o blog!!! Genteee fala sério ele tá muito lindo!! Mas eu quero a sua OPINIÃO sobre ele!! É muitoo importante para mim saber o que vocês acharam do novo logotipo do BLOG DA MAHH!!

ELE É A MINHA CARA E TRANSMITE MUITO BEM DO QUE EU GOSTO! SAPATOOS!! A.M.E.I!!

DÊEM SUAS OPINIÕESS!!!

LOGO BLOG

A logo ou O logo?

É correto dizer logomarca? Não seria logotipo?

O termo logotipo é aceito como correto. Seria o símbolo visível de um conceito. Já logomarca, que já entrou para o dicionário, seria uma redundância: o significado do significado. É mico dizer logomarca? Sim! E ainda existem designers, marketeiros e publicitários que utilizam o termo “logomarca”. E, sim, esse termo existe no dicionário. Mas é só no Brasil que este termo existe; o restante do mundo utiliza variações de logo, logotipo ou marca – mas nunca logomarca.

Logomarca,         um erro
O design é uma profissão nova         e por isso padrões ainda não existem ou estão sendo         produzidos e difundidos. Não temos padrão para quase nada,         desde salário até saber o que é e o que deixa de         ser a profissão. Entre esses padrões que ainda não         existem, está o padrão terminológico. Em profissões         antigas os termos estão bem claros e não há dúvidas         sobre eles, mas no nosso caso, sempre temos que estudar um termo novo         para verificar se a utilização dele é correta ou         não.              Muito utilizado principalmente por publicitários         e marketeiros, este termo tem se difundido também entre os profissionais         do design para se referir ao logotipo. Muita gente diz que está         errado, outros dizem que está correto, alguns defendem o neologismo,         outros afirmam que é uma aberração, mas só         a pesquisa nos trará luz à questão.              Justamente por causa dessa falta de paradigmas         alguns profissionais e professores utilizam e difundem termos que não         são os melhores para determinados objetos. Um deles e talvez o         mais polêmico seja o logotipo.              Vira e mexe temos a mesma discussão         sobre esse termo, por isso eu penso que seja muito importante sermos bastante         sérios a este respeito, para o bem e o crescimento dessa profissão.         Então vamos analisar alguns termos e sua raiz etimológica         para ver se estão corretos ou são só vícios         de linguagem.
Logomarca         como neologismo
Neologismo é a criação         de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome         velho. Para que a “logomarca” seja um neologismo, temos que         admitir que é um termo novo ou que é um termo antigo que         está sendo tomado por um novo significado. Sim, admito que “logomarca”         é um termo novo, mas isso não significa que seja correto         empregá-lo como sinônimo de logotipo. Qualquer palavra pode         ser um termo novo para algum objeto, desde que o povo a utilize para este         mesmo objeto ou sentido. Mas isso não significa que esteja correto.         A menos que seja uma forma conotativa da palavra, o que não é         o caso da logomarca, desde que este termo é utilizado para um único         tipo de objeto e significado. Então, não podemos aceitar         o termo logomarca simplesmente por ser um neologismo.
Sentido         etimológico do termo
O termo logomarca é formado pela         união de “Logo” e “Marca”.              Logo, vem do grego Lógos. Significa         palavra, uma narração ou pronunciamento, verbo, conceito,         idéia. Mas não palavra como esta é falada ou escrita,         mas o significado dela, ou seja, o conceito. Reforço ainda o conceito         de Logos, dizendo que o termo “palavra” puro e simples no grego         é Lexi.              Marca, vem do germânico Marka. Quando         traduzimos do germânico, ou mesmo do português ou inglês         para o latim temos o termo Signum, que traduz-se claramente para significado.         E mesmo no português, e no uso moderno da palavra, marca significa         tudo aquilo que uma empresa representa. Sendo assim, logomarca é         um termo redundante: significado do significado. Assim vemos porque não         podemos utilizar este termo para falar sobre um Logotipo.
Logotipo,         um possível padrão
Nunca vi absolutamente ninguém dizer         que este termo está errado. Mas mesmo assim, vamos analisá-lo         para ter certeza disso. Esta palavra é formada pela união         dos termos “Logo” e “Tipo”. “Logo”, como         já foi explicado, significa o conceito, idéia ou significado         de uma palavra.              Tipo, do grego týpos. Em inglês         traduzimos para type, que para o português significa tipo, gênero;         figura; sinal, símbolo; modelo, amostra, maquete. É aí         que mora o perigo: é muito mais difícil estudar qualquer         assunto em português do que em inglês porque temos muitos         significados para uma mesma palavra. Tipo neste caso significa um sinal         ou símbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como “a”,         são tipos (símbolos gráficos) dos sons que emitimos.              Para este mesmo termo, temos ainda dois         outros correspondentes em grego. Se você procurar um bom léxico         inglês-grego, e procurar o termo logotype (tudo junto, não         um depois o outro) você vai ver que symplegma e logotypos têm         o mesmo significado já explicado acima. Aliás, poderíamos         mesmo adotar como um neologismo o termo “symplegma”. Imagina         só o seu diretor de arte dizendo: “hum, esta symplegma não         está como o cliente pediu”!              Sendo assim logotipo é: o símbolo         visível de um conceito. Este termo é perfeito para o que         ele significa, pois é justamente o que fazemos. Temos uma empresa         cliente que nos dá um conceito (logo) a trabalhar, e nós         somos incumbidos a fazer um símbolo gráfico (tipo) para         este conceito. Este tipo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra         para se ler, ou somente as letras do nome da empresa, mas desenhadas de         forma que mostrem o conceito. Ou pode ser um desenho e o nome da empresa,         juntos, mostrando o símbolo gráfico de um conceito ou logotipo.

EDITORA LEYA LANÇA EM MAIO A PROPAGANDA BRASILEIRA DEPOIS DE WASHINGTON OLIVETTO, DE JOÃO RENHA

Quem vaiiiiiiiiiiiiiii me daaaaaaaaaaaaar esse LIVROOOOOOOOO!! EUU QUEROOOO!!!
Mais do que uma obra sobre a vida de Washington Olivettto, Renha faz um estudo sobre a retórica do publicitário para descobrir se existe – ou não – uma fórmula publicitária para o sucesso.

“A publicidade é a minha atividade, então, eu acabo pensando nisso 25 horas por dia”. Washington Olivetto

Difícil imaginar quem não tenha assistido aos inesquecíveis comerciais do garoto-propaganda das mil e uma utilidades e não tenha se perguntado: caramba, quem teve essa ideia genial? Ou se pegou cantando o slogan dos classificados – aquele d0 ratinho e o seu “como é que ééé”? – e quis saber quem poderia pensar em algo tão ousado. Bom, esse alguém que tem as sacadas mais marcantes da propaganda brasileira tem nome e sobrenome, é o brilhante W ashington Olivetto.
A editora LeYa lança em maio o livro A propaganda brasileira depois de Washington Olivetto, do redator publicitário e professor de comunicação João Renha. Em A propaganda brasileira depois de Washington Olivetto, Renha se propõe a desvendar a faceta criativa do renomado publicitário. De forma inédita, o autor realiza um minucioso estudo das campanhas de Olivetto, analisando desde os verbos e adjetivos empregados com maior frequência, até o número de vezes que uma determinada palavra aparece nos anúncios e filmes criados por ele.

Ganhador de mais de 50 Leões em Cannes – festival que anualmente premia os melhores da publicidade –, Olivetto está entre os mais brilhantes e aclamados profissionais da área no mundo. Muito já se falou sobre a pessoa Washington Olivetto e sua trajetória no mundo da propaganda, mas até hoje não havia um estudo sobre seus textos criativos que mudaram a história da Publicidade e são dignos de uma pesquisa  profunda. Afinal, qual é o segredo para ser um redator tão bom?
Mais do que analisar o que foi produzido por este gênio, esta obra explora de forma pioneira como as histórias do primeiro sutiã, do garoto-propaganda das mil e uma utilidades e de tantas outras campanhas de sucesso foram criadas, para descobrir se existe ou não uma fórmula para fazer peças publicitárias de sucesso.

Trata-se de um livro imperdível para quem quer conhecer melhor o processo criativo de um dos mais premiados publicitários do mundo.
“Washington Olivetto é o maior publicitário de todos os tempos. Ninguém se compara ao Washington Olivetto”, declarou Nizan Guanaes.
“O Washington inventou alguns dos personagens mais memoráveis da propaganda brasileira. De todos, um é insuperável: o Washington é a melhor criação do Washington… Ele se autoescreveu há muito tempo”, sentenciou Ercílio Tranjan.
“O Washington é uma espécie de moto-perpétuo de ideias e ações. Não saia de perto, amigo  Washingt on, senão nós morreremos de inanição mental”, conclamou José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni)
“Admiro muito o menino Washington, com seu talento a tiracolo”, afirmou André Midani.

Ficha técnica
Título: A propaganda brasileira depois de Washington Olivetto
Autor: João Renha
Formato: 16 x 23
Nº de páginas: 384
Sobre o autor
João Renha nasceu no interior do Rio de Janeiro, em 1955. Foi redator publicitário e hoje é professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio.
Pós-graduado em Marketing e em Direito do Consumidor e Responsabilidade Civil, é autor também de David Ogilvy: a origem da publicidade moderna, publicado pela Editora PUC-Rio em 2011.
Fonte: Andrea Jocys | Comunicação Corporativa LeYa | (GC)

10 dicas para uma logo de sucesso

1. Crie sua lógica de trabalho

Pessoas organizadas são normalmente as que menos se estressam. Ter uma lógica de trabalho eficiente é algo que não se aprende na faculdade. Cada pessoa possui uma sistemática de trabalho própria. No entanto, alguns pontos são comuns para a grande maioria dos designers.

Briefing. Conversar com o cliente e tentar extrair o máximo de informações possíveis sobre o projeto é algo crucial para um resultado final que supere as expectativas.

Pesquisar e buscar inspiração. Designers costumam se transformar em pessoas bastante cultas ao longo da carreira, pois para cada trabalho é necessário adquirir conhecimentos sobre os diferentes segmentos de empresas, o público alvo, os logos existentes e assim por diante.

Brainstorm. Para que as ideias se aproximem do que o cliente deseja, é interessante realizar brainstorms e testar as inúmeras possibilidades de combinação.

Esboço. O bom e velho lápis é papel serão seus grandes companheiros, já que a realização de esboços ajuda bastante no processo de criação.

Desenvolvimento. Chegou a hora de sentar em frente ao computador abrir o Illustrator ou Corel e materializar suas ideias em vetores.

Enviar para o cliente. A questão do envio varia muito de designer para designer, alguns preferem enviar entre cinco a dez modelos para que um seja escolhido, outros optam por enviar apenas uma versão com o conceito aplicado e reformular conforme sugestões do cliente.

Realizar alterações. Hora de adicionar as modificações sugeridas pelo cliente, ou modificar completamente o projeto.

Enviar o trabalho. Esta deve ser a parte em que cliente e designer costumam respirar aliviados e satisfeitos depois de muita conversa e trabalho duro.

2. Utilize as cores de forma adequada

Quando o assunto é escolha das cores, a maioria dos designers costuma utilizar a sensibilidade adquirida na carreira e referências de trabalhos de outros colegas de profissão. Mas existem alguns conceitos básicos que ajudarão bastante durante o projeto:

Não utilize cores gritantes, pois costumam chamar mais a atenção e quebrar a harmonia da composição.

Prefira cores próximas uma das outras na palheta de cores;

Evite utilizar muitas cores em seu logo, existem marcas que se tornaram célebres apenas utilizando uma cor.

Tenha em mente que as cores possuem grande influência psicológica e evocam sentimentos que devem estar de acordo com o objetivo da marca.

E finalmente, mas não definitivamente, busque evitar o trivial e aja com certa liberdade e transgressão, (caso o trabalho possibilite isto).

 

3. Pegue leve nos efeitos

É tentador não utilizar todas as opções que os softwares para criação oferecem. É natural você querer mostrar para as pessoas que domina diferentes técnicas de efeitos, mas tenha cautela. Uma dica que deve te acompanhar sempre que um trabalho de logotipo surgir, é que seu logo deve funcionar na maneira mais simplificada, em preto. Grandes partes dos designers preferem criar seus vetores primeiro em preto e depois aplicam as cores e efeitos.

4. Priorize o equilíbrio e simplicidade

Os logos mais famosos do mundo são reconhecidos por sua simplicidade e equilíbrio. Assim, priorizar estas características em seus trabalhos será fundamental para seu sucesso. Lembre-se que nosso cérebro costuma dar preferência para características como coerência e harmonia. Um logo equilibrado será agradável ao olhar e atraente para a maioria das pessoas. Claro que existe a possibilidade do objetivo da empresa ser o contrário, ou seja, brincar com a incoerência e o desequilíbrio.

5. Conheça a empresa

Conhecer bem uma empresa, seus concorrentes e o padrão das identidades visuais existentes, ajuda bastante. Os logos costumam seguir um padrão de estilo para cada tipo de segmento. Por exemplo, logos para web são simplificados para se adequar ao tamanho reduzido. Assim, buscar informações sobre o cliente e a marca ajudam a agilizar o processo de criação.

6. Teste os tamanhos possíveis

Os tamanhos dos logos variam muito, e estão relacionados com as aplicações da marca. Sabemos que o logo possui uma boa aparência se for legível em todos os tamanhos. Se ele perder definição quando for reduzido para envelopes, por exemplo, ou prejudicar suas características visuais em formatos maiores (como outdoors) é melhor repensar seu conceito.

7. Escolha fontes adequadas

Escolher a fonte ideal para um logo é algo que preocupa muitos designers. Não existe uma regra geral para a escolha de fontes.  Ela normalmente está relacionada com o conhecimento e sensibilidade do profissional. Uma dica é evitar as fontes mais utilizadas, pois podem fazer seu projeto parecer amador. Não use mais de duas fontes em um logo, pois poderá parecer confuso. Confira e teste se a fonte é legível em diferentes formatos. Caso encontre muita dificuldade na escolha, quem sabe não é interessante criar uma fonte personalizada?

8. Teste o reconhecimento do logo

Um logo atingiu seu objetivo se mesmo invertido, de lado, simplificado ou em preto e branco, não for alterada sua capacidade de reconhecimento. Assim, antes de enviar para o cliente, teste seu logo em diferentes posições e perceba se a marca continua sendo reconhecida.

Imagem: Divulgação/ Internet

9. Seja original

Por mais tentador que possa parecer, jamais copie o trabalho de alguém. Isto não somente coloca em cheque seu talento e criatividade, como também poderá te trazer problemas com a lei. No entanto, não é ilegal se inspirar em logos de sucesso e atualmente existem muitos sites que oferecem esta possibilidade.

10. Seja você!

Por mais que este conselho possa parecer clichê, ter personalidade e buscar uma identidade para seus trabalhos é crucial. Assim como nas artes plásticas, em que o artista é reconhecido por seu estilo e originalidade, no design isto também se aplica.

Certamente se você escolheu a profissão de designer é porque sabe que tem um potencial que deve ser compartilhado com um grande número de pessoas. Não permita que sua criatividade e identidade sejam prejudicadas por comodismos ou imposições externas. Afinal de contas a grande satisfação em um trabalho é perceber que ele tem a sua identidade e personalidade, o que não tem preço!

Beijo refrescante!

O lançamento da linha Close up Ação Profunda teve uma ação curiosa criada pela F.Biz. A agência reuniu pessoas na Praça Charles Miller, em São Paulo, e promoveu um teste cego de pastas de dente, a fim de que os participantes pudessem ajudar a provar qual creme era mais refrescante.

Gente, eu achei uma idéia muito legal! Eu adorei sincesamente, a close up, fez um teste cego para ver quais das pastas eram mais refrescantes, close up ou outras, mas o mais intrigante desse teste, foi a forma que ele foi feito!

Beijando as pessoas que tinha escovado os dentes!!!

Um homem e uma mulher escovou os dentes com uma pasta comum e um homem e uma mulher com a PASTA REFRESCANTE CLOSE UP, e aí começou a beijação!!

Mas são cada beijo! rsrs eu vou colocar aqui o link do youtube e você pode ver com os próprios olhos essa ação que com certeza marcou aí na mente de muitos que participaram ou não.

assista o vídeo e dê a sua opinião a respeito, você achou legal?

LINK VÍDEO CLOSE UP

Como crescer sua marca?

     Se para abrir uma empresa é recomendável que o empreendedor conheça muito bem o seu mercado e os seus consumidores, imagine quando um empreendimento consegue se estabelecer e começa a crescer. É nesse momento que muitos empresários ficam em dúvida sobre quais atitudes devem tomar em relação à imagem da empresa. Simples, porém, é pensar que a marca deve refletir o que a empresa é de fato e tentar traduzir o que ela representa para os seus clientes.

     A forma como a empresa se comunica evolui junto com ela. Isso inclui o jeito como fala, as fotos e fontes que utiliza e muitas vezes até a logomarca acompanha as mudanças, “além de seguir esse crescimento, a marca precisa perceber como seus clientes estão se comunicando para saber como falar com eles”, diz. Ter a consciência de quem é e onde quer chegar é fundamental para montar estratégias de comunicação de uma marca.

     O amadurecimento da marca acontece todos os dias pela atuação participativa do gestor à frente da empresa. O cliente passa a olhar sua comunicação não mais localmente e não a curto prazo, já que começa a atingir novos públicos e ao abrir franquias em outros mercados.

      Empresas que querem crescer precisam estar preparadas para se posicionar e evoluir junto com o seu publico. A estratégia de crescimento precisa contemplar a comunicação da empresa e, estabelecer padrões e saber administrar a evolução da marca tendem a deixar caminho ao topo ainda mais fácil.